segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Parceria UEPG/LabTan - West Virginia University (WVU)


Você sabia que a UEPG e o LabTan possuem parceria com a West Virginia University, nos Estados Unidos? Em 2019 foi renovado um acordo de 5 anos com a possibilidade de prorrogação.

Junto com a retrospectiva UEPG em Noronha contamos as experiências do Ricardo e da Melissa, mas tivemos e temos outros pesquisadores do LabTan aproveitando a parceria.

A Larissa Martins, formada em Turismo pela UEPG traz seu relato:

Este ano, no início de março, comecei a participar de um grupo de estudos dentro da Universidade de West Virginia nos Estados Unidos, em um primeiro momento eu fazia parte de forma voluntária das reuniões de estudo, hoje eu participo de um projeto de pesquisa chamado NMS-count (National Marine Sanctuaries) que busca angariar informações sobre o número de visitantes dentro de áreas marinhas protegidas nos estados da Flórida e da Geórgia, essas áreas são governadas pelo NOAA. A pesquisa busca obter informações sobre as atividades recreacionais realizadas, o valor gasto, quantos dias de visitação e se o visitante têm consciência que está dentro de um santuário nacional, essas são algumas das informações que estão sendo buscadas e analisadas para um melhor gerenciamento do  NOAA dentro dos santuários marinhos.

Eu estou aprendendo muito, aprimorando o meu inglês em uma linguagem mais acadêmica, aprendendo novos métodos de pesquisa, mais ligados a tecnologia, tanto pelo fato pandemia, quanto pelos materiais que a universidade tem a possibilidade de oferecer. Eu vejo como uma oportunidade incrível de crescimento tanto no âmbito profissional como no pessoal

Em breve, a Larissa estará por lá, presencialmente!



sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha – Resultados



Apresentamos 13 depoimentos, dos 21 egressos da UEPG, principalmente do Curso de Turismo, que estiveram no projeto TAMAR em Noronha. Nesta lista, os 21:

2011 Thaisa Cunningham Gomes e Alana Miliorini.

2012 André Cristiano e Juliane Bail Denck.

2013 Tatiane Ferrari e Billy Joy.

2014 Paulo Afonso Pinheiro, Samuh Vogetta, Olivia Moss e Nicolle Pagliari.

2015 Andressa Teles e Solange Burgardt.

2016 Ricardo Hurtado, Fernanda Haura e Leticia Ferreira.

2017 Melissa Hurtado, Ágata Caires e Larissa Haberland.

2018 Ágata Caires e Eduardo Carvalho.

2019 Douglas Alvarenga.

 

E não foram somente experiências inesquecíveis no paraíso (e alguns “perrengues”), muita pesquisa científica foi realizada e publicada pela Profa. Jasmine Moreira com os orientados e pesquisadores de Noronha, até mesmo antes da parceira com o Projeto TAMAR, confira a relação...

Em Livro:

MOREIRA, J. C. Guia Geológico de Fernando de Noronha. 1. ed. Sao Paulo: Nícia Guerriero Edições, 2009. v. 01. 42p.

 

Em Capítulos de livro:

VALE, T. F. ; MOREIRA, J. C. . Propostas visando a valorização do patrimônio geológico do Arquipélago de Fernando de Noronha, PE. In: Guerra, A. T; Santos Filho, R. D; Terra, C. G.. (Org.). Arte e Ciência: História e Resiliencia da Paisagem. 1ed.Rio de Janeiro: Rio Books, 2019, v. 1, p. 119-129.

MOREIRA, J. C.; ROBLES, R. A. . Tamar Project: Conservation and Education in Ecotourism Activities Related to Turtles in Fernando de Noronha Archipelago, Brazil. In: Ismar Borges de Lima, Ronda J. Green. (Org.). Wildlife Tourism, Environmental Learning and Ethical Encounters. 1ed.Cham: Springer, 2017, v. 1, p. 169-182.

MOREIRA, J. C.; GUIMARAES, G. B. . Fernando de Noronha Archipelago: A Paradise Formed by Volcanism in Brazil . In: Patricia Erfurt-Cooper. (Org.). Volcanic Tourist Destinations. 1ed.Berlin: Springer, 2014, v. 1, p. 315-323.

MOREIRA, J. C.; BIGARELLA, J. J. . Interpretacao Ambiental e Geoturismo em Fernando de Noronha - PE. In: C. J. M. de Castilho & J. Viegas. (Org.). In: C. J. M. de Castilho & J. Viegas. (Org.). Turismo e Práticas Socioespaciais: Múltiplas abordagens e Interdisciplinaridades. 1ed.Recife - PE: Editora da UFPE, 2008, v. 1, p. 171-192.

 

Em Revistas Científicas:


VALE, T. F.
 ; MOREIRA, J. C.  O uso de geossítios em atividades turísticas em Fernando de Noronha (Pernambuco, Brasil). TURyDES - Revista de Investigación en Turismo y desarrollo local, v. 12, p. 1-20, 2019.

MOREIRA, J. C.; HAURA, F. ; BURNS, R. ; CAIRES, A. M. . Perfil, Percepção dos Visitantes e a Observação de Animais Silvestres: Estudo de Caso do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha - PE. Anais Brasileiros de Estudos Turísticos, v. 19, p. 1-13, 2019.

VALE, T. F. ; CARVALHO, K. G. ; MOREIRA, J. C. . A reputação online em áreas protegidas: análise do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (Pernambuco, Brasil). Revista Acadêmica Observatório de Inovação do Turismo, v. 13, p. 113-134, 2019.


VALE, T. F.
 ; MOREIRA, J. C. . A gestão do território e a sustentabilidade nos arquipélagos de Fernando de Noronha (Brasil) e Açores (Portugal). OLAM-Ciência e tecnologia, v. 17, p. 52-75, 2017.

TELES, A. S. ; MOREIRA, J. C. ; DUTRA NETO, L . Processo de aprendizagem no Arquipélago de Fernando de Noronha/PE: o Programa Tamar na escola e a educação ambiental. Natural Resources, v. 7, p. 73-82, 2017.

VALE, T. F. ; ROBLES, R. A. ; MOREIRA, J. C. . O uso de tecnologias em museus e centros de visitantes: estudo de caso do centro de visitantes do Projeto Tamar de Fernando de Noronha - PE. Applied Tourism, v. 1, p. 97, 2016.

PINHEIRO, P. A. ; MOREIRA, J. C. ; ROBLES, R. A. ; VALE, T. F. . O programa Amigos das Tartarugas Marinhas do projeto TAMAR/ ICMBio e as hospedarias domiciliares de Fernando de Noronha - Brasil. Tourism And Hospitality International JournaL, v. 4, p. 108-125, 2015.


MOREIRA, J. C.ROBLES, R. A. ; RODRIGUES, G.  Fernando de Noronha Aspiring Geopark project, Brazil: history, culture, and tourism. Atlantic Geology, v. 50, p. 344-344, 2014.

GOMES, T. C. ; MOREIRA, J. C. ; ROBLES, R. A. . A Sensibilização ambiental por meio do ecoturismo: captura intencional de tartarugas marinhas em Fernando de Noronha - PE (resumo). Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 5, p. 856-856, 2012.

 

Em Anais de Congressos:

TELES, A. S. ; MOREIRA, J. C. ; DUTRA, L. . Programa Tamar na escola: processo de aprendizagem por meio da educação ambiental no arquipélago de Fernando De Noronha (PE). In: IV Congretur, 2016, Ponta Grossa. Anais do IV Congresso de Turismo dos Campos Gerais. Ponta Grossa: Departamento de Turismo da UEPG, 2016. v. 1. p. 167-181.


VALE, T. F.
 ; ROBLES, R. A. ; MOREIRA, J. C. ; DUTRA NETO, L. . A interpretação ambiental no centro de visitantes do Projeto Tamar De Fernando De Noronha (PE). In: IV Congretur - Congresso de Turismo dos Campos Gerais, 2016, Ponta Grossa. Anais do IV Congresso de Turismo dos Campos Gerais. Ponta Grossa: Departamento de Turismo da UEPG, 2016. v. 1. p. 182-193.

VALE, T. F. ; MOREIRA, J. C. ; MENEGUZZO, I. S. . A Conservação da Natureza e os Geoparks: A Proteção do Arquipélago de Fernando de Noronha (PE). In: VIII Simpósio Paranaense de Pós Graduação e Geografia, 2016, Marechal Candido Rondon. Anais do VIII SIMPGEO. Marechal Candido Rondon: Editora da UNIOESTE, 2016. v. 1. p. 1028-1035.


MOREIRA, J. C.VALE, T. F. . Análise das diretrizes e critérios da Unesco para os Geoparks que visam se unir à Rede Global de Geoparks: uma proposta para as trilhas em Fernando De Noronha (PE). In: IX Fórum Internacional de Turismo do Iguassu, 2015, Foz do Iguaçu. Anais do Fórum Internacional de Turismo do Iguassu. Foz do Iguaçu: Editora do FIT, 2015. v. 1. p. 1-22.


MOREIRA, J. C.; MOSS, O. F. ; ROBLES, R. A. . Meios interpretativos personalizados: o ciclo de palestras ambientais do Projeto Tamar de Fernando de Noronha (PE). In: IX Fórum Internacional de Turismo do Iguassu, 2015, Foz do Iguaçu. Anais do Fórum Internacional de Turismo do Iguassu. Foz do Iguaçu: Editora do FIT, 2015. v. 1. p. 1-15.

SILVA JUNIOR, J. M. ; ARAUJO, R. ; MOREIRA, J. C. . Capacitação de condutores de visitantes do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha em Geoturismo. In: II Congresso Nacional de Manejo e Planejamento de Trilhas, 2013, Rio de Janeiro. Anais do II Congresso Nacional de Manejo e Planejamento de Trilhas. Rio de Janeiro: Rede Sirius - Rede de Bibliotecas, 2013. v. 1. p. 1220-1236.


MOREIRA, J. C.; REIS, A. C. ; SILVA JUNIOR, J. M. . Fernando de Noronha Archipelago: Community perspectives on tourism. In: 7th International Conference on Small Island Cultures, 2011, Arlie Beach. 7th International Conference on Small Island Cultures, 2011. v. 1. p. 34-41.

VALE, T. F. ; MOREIRA, J. C. ; NUNES, J. C. C. ; GUIMARAES, G. B. A proteção do patrimônio geológico em ilhas vulcânicas: comparação entre os arquipélagos de Fernando de Noronha (brasil) e Açores (Portugal). In: IV Simpósio Brasileiro de Patrimonio Geológico, 2017, Ponta Grossa. Anais do IV Simpósio Brasileiro de Patrimonio Geológico. Ponta Grossa: GUPE, 2017. v. 1. p. 387-390.


MOREIRA, J. C.; MEDEIROS, P. ; ROBLES, R. A. ; RAUB, A. S.  Os benefícios de um Geopark e a proposta de um Geopark em Fernando de Noronha. In: I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, 2016, Fernando de Noronha. Anais do I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas. Fernando de Noronha: ICMbio, 2016. v. 1. p. 191-195.


MOREIRA, J. C.SILVA JUNIOR, J. M. . Proposta de geosítios marinhos do projeto de Geopark aspirante Fernando de Noronha e a importância da interpretação ambiental relacionada à geodiversidade. In: I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, 2016, Fernando de Noronha. Anais do I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas. Fernando de Noronha: ICMBio, 2016. v. 1. p. 201-204.

GERHARDT, C. ; ROBLES, R. A. ; RODRIGUES, C. G. O. ; SANTOS, A. J. B.; VALE, T. F. ; MOREIRA, J. C. . O ciclo de palestras ambientais do Projeto Tamar de Fernando de Noronha-PE e a percepção dos visitantes. In: I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, 2016, Fernando de Noronha. Anais do I Encontro de Pesquisa de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas. Fernando de Noronha: ICMBio, 2016. v. 1. p. 196-200.

ARNAUD, A. C.; MOREIRA, J. C.; ROBLES, R. A. Projeto Tamar e o Ecoturismo em Fernando de Noronha - PE: percepção dos colaboradores. In: V EPHTUR Encontro Paranaense de Pesquisadores em Hotelaria e Turismo., 2012, Foz do Iguaçu. Anais do V EPHTUR Encontro Paranaense de Pesquisadores em Hotelaria e Turismo. Foz do Iguaçu: Editora da UNIOESTE, 2012. v. 1. p. 106-122.

BAIL, J. L. ; ROBLES, R. A. ; MOREIRA, J. C. . Projeto Tamar-ICMBio em Fernando de Noronha: a visão da comunidade local. In: V EPHTUR Encontro Paranaense de Pesquisadores em Hotelaria e Turismo., 2012, Foz do Iguaçu. Anais do V EPHTUR Encontro Paranaense de Pesquisadores em Hotelaria e Turismo. Foz do Iguaçu: Editora da UNIOESTE, 2012. v. 1. p. 123-138.

MOREIRA, J. C.; REIS, A. C.; SILVA JUNIOR, J. M. Fernando de Noronha Archipelago: Community perspectives on tourism. In: 7th International Conference on Small Island Cultures, 2011, Arlie Beach. 7th International Conference on Small Island Cultures, 2011. v. 1. p. 34-41

MOREIRA, J. C. Stimulating a Geopark Proposal in Fernando de Noronha Archipelago  Brazil. In: 11th European Geoparks Conference, 2012, Arouca. Proceedings of the 11 European Geoparks Conference. Arouca - Portugal: AGA - Associação Geoparque Arouca, 2012. v. 1. p. 203-204.

Retrospectiva UEPG em Noronha - Eduardo Henrique Dias Carvalho 2018


Fechando nossa retrospectiva, vamos compartilhar as impressões do turismólogo Eduardo que esteve no Projeto TAMAR entre outubro a dezembro de 2018.

Como todos, ele gostou muito de viver coisas novas, tendo a oportunidade de explorar a ilha e conhecendo cada um de seus atrativos, com pessoas de todo o Brasil e de outros países. Ele diz: “A experiência é muito intensa, são três meses em um paraíso natural, mas com uma responsabilidade profissional grande”.

Para ele, foi um desafio se acostumar com o preço alto dos alimentos, já que o que compra dentro da ilha é muito mais caro do que no continente, mas passando o primeiro mês já esteve adaptado a nova rotina. 

Nos dias da minha folga e dentre os meus horários de trabalho nos outros dias, eu consegui fazer praticamente tudo o que a ilha tinha a oferecer em termos de turismo de natureza. Trilhas, rapel, mergulho de cilindro e de apneia, passeios noturnos, etc. Além disso, todos os dias eu aprendia bastante com as palestras ambientais. 

E o Eduardo contou pra gente, um momento curioso “uma das trilhas que eu fiz, chamada "Trilha do Piquinho", me proporcionou uma experiência única, literalmente. Sou a única pessoa no mundo que ao chegar no topo da trilha, desceu pelo lado oposto, o lado errado. Ao invés de descer pelo mesmo caminho que subi, desci por engano pelo caminho que a água da chuva faz para descer o morro, terminando a descida ao lado do monumento da Nossa Senhora da Conceição na Praia da Conceição. Foi uma experiência perigosa, mas sobrevivi e tenho algumas fotos únicas de lá de cima”.



Retrospectiva UEPG em Noronha – Ágata Marcomini Caires 2017-2018

 



A turismóloga Ágata participou do estágio no Projeto TAMAR em 3 temporadas (jul 2017 - out 2017/ dez 2017 - mar 2018/ abr 2018 - jul 2018), é nossa recordista! Ela respondeu duas perguntas pra gente:

O que você mais gostou na experiência? 

Foi uma oportunidade maravilhosa de vivenciar na prática uma ampla gama de atividades. Pude aprender muito e desenvolver desde atendimentos no Centro de Visitantes, contato direto com o público, apresentações de atividades de ecoturismo, até atividades de educação ambiental, envolvimento com a comunidade e turistas/visitantes. Além do aprendizado sobre a fauna/ flora local, histórico da ilha e, claro, o conhecimento e bagagem adquiridos sobre as tartarugas marinhas, que foi incrível. A troca de conhecimentos que essa experiência me proporcionou em áreas complementares ao turismo foi muito enriquecedora. Com certeza foi uma das minhas maiores e melhores experiências profissionais. O que eu mais gostei mesmo foi de poder contribuir de alguma forma e ter a certeza, até nos dias mais desafiadores, de que eu escolhi fazer o que eu amo, e ter tido essa oportunidade me confirmou que estou no caminho certo! ❤️




Pode contar algum perrengue ou curiosidade?

Rsrsrs, o que mais acontece são os perrengues, de todos os tipos! Eles acontecem de diversas formas e maneiras inusitadas. Antes de tudo, sempre bom lembrar que você está em uma ilha com recursos limitados. Das minhas experiências, principalmente nos primeiros estágios lá, ficamos quase um mês sem água por problemas na Compesa (cia de água), era horrível a dinâmica pra conseguir lavar roupa, louça, tomar banho, coisas bem básicas mesmo.. assim como a falta de gás também era comum várias vezes. A alimentação também é difícil, ainda mais quando você é estagiário kkk.. mas tudo é adaptável rsrs. Acho que dentre os piores perrengues meus lá está o caso em que perdi meu celular no primeiro mês de estágio, e pela dificuldade, fiquei sem um celular praticamente uns 2 meses, e praticamente incomunicável. Realmente deu pra entender o que é ficar ilhado mesmo kkk.

E olhem a Ágata posando com o....



quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha – Melissa Hurtado 2017



A turismóloga Melissa Hurtado conta a experiência em Noronha e de seu mestrado nos Estados Unidos. 

“O voluntariado no Projeto Tamar em Fernando de Noronha mudou a minha vida! Percebi a importância grandíssima de preservar as áreas naturais e percebi o papel que eu como turismóloga podia fazer para ajudar. No Projeto Tamar me apaixonei pela educação ambiental, nas ações que a gente passava para os turistas. Percebi que eu poderia ser uma gestora numa unidade de conversação (como Fernando de Noronha) especializada na gestão do uso público. Abriu os meus olhos para a importância do caminho que eu tinha escolhido no curso de turismo e vi a conexão de como levar a teoria na prática. Morar na ilha traz milhões de aprendizados e eu sou muita grata com o projeto TAMAR de FN pois eles abrem essa oportunidade maravilhosa pra gente”.



Confira 3 curiosidades que a Melissa nos trouxe:

1. Quem fez estágio no Projeto Tamar sabe cantar todas as músicas do projeto pois elas tocam todos os dias o tempo todo no centro de visitantes. 😅 Músicas de tartaruga viram as suas favoritas e ficam na sua mente os 3 meses do estágio. 

2. A gente acha que tartaruga é devagar, mas elas são muito rápidas na água! 

3. O estagiário de turismo sempre ajuda o estagiário de biologia nas atividades de campo! Incluindo captura científica e monitoramento de desovas. 


Depois de ter feito minha graduação no curso de turismo na UEPG, surgiu a oportunidade de fazer mestrado e trabalhar como pesquisadora na Universidade de West Virginia. Estou envolvida em muitos projetos focados na gestão do uso público em áreas protegidas. Trabalhamos para que os gestores das áreas protegidas possam usar nossos resultados de pesquisa na tomada de decisões pra fazer uma melhor gestão. Eu fico maravilhada com as aulas do mestrado e com a oportunidade de fazer parte de projetos de pesquisa tão importantes!

Esta foto é da Melissa no White Salmon River, no estado de Washington:



Trilhas de Longo Curso - perfil dos praticantes - Ana Claudia Folmann

A pesquisadora Ana Claudia Folmann, que já passou pelo LabTan,  defendeu em 16 de dezembro, o doutorado em Geografia na UEPG, orientado pela professora Maria Ligia Cassol Pinto. 

Dentre os resultados,  ela traz um infográfico com o resultado de 250 respostas de questionário online sobre o perfil dos praticantes das trilhas de longo curso (clique para ampliar): 


Os infográficos são recursos bem interessantes para as pesquisas acadêmicas, não é mesmo?

Parabéns a Ana Claudia pela conquista!




quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha - Larissa Soczek Haberland - 2017




A turismóloga Larissa respondeu duas perguntas pra gente:

O que você mais gostou na experiência?

Além de conhecer um lugar indescritível, a oportunidade do voluntariado no Projeto TAMAR me trouxe crescimento tanto profissional quanto pessoal. Aprendi na prática muito do que foi ensinado na teoria dentro da sala de aula, como nas atividades prestadas ao atendimento a turistas no centro de visitantes, quanto na parte de Ecoturismo e Educação Ambiental. Alguns anos antes, ainda na adolescência, morei longe da minha família e embora já tivesse essa experiência da distância, lidar com a saudade em um local bem isolado acabou sendo completamente diferente e desafiador. Entretanto, acabei aprendendo a ser muito mais independente e a valorizar muito as amizades, em Noronha conheci pessoas maravilhosas, as quais fizeram parte da minha família naquele momento e estão sempre presentes nas minhas lembranças. Enfim, não tem como destacar apenas uma coisa boa que gostei desta experiência, a Ilha, a natureza, a biodiversidade, as pessoas, a cultura local e muito mais, fizeram e fazem parte da pessoa que venho me tornando a cada dia.



Pode contar algum perrengue ou curiosidade?

Por ser voluntária do projeto, obtive algumas oportunidades durante e após o período em que estive lotada. Após os 3 meses de voluntariado, consegui um emprego e permaneci na Ilha por mais 1 ano e 6 meses. Me desenvolvi profissionalmente e pude agregar valor ao meu currículo. Além do mais, tanto durante a lotação no projeto quanto todo o período em que estive em Noronha, participei de 3 meias maratonas e algumas competições de corridas locais. Fui campeã em algumas delas, trazendo as vitórias e troféus para o continente! Porém, não trouxe comigo apenas esses troféus, mas também fotos, amigos e lembranças maravilhosas... Hoje tenho comigo um pedacinho que a Ilha me concedeu: meu filho Bento. E eu sou muita grata ao LABTAN pela ocasião do voluntariado, sem vocês não teria encontrado o verdadeiro significado da vida. Foi uma experiência única e que em suas vertentes e desdobramentos me trouxe o resultado mais inusitado, porém, o mais encantador que eu poderia ter!







terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Retrospectiva Noronha – Leticia Ferreira da Silva 2016 - 2017

 



A turismóloga Leticia permaneceu de novembro de 2016 a fevereiro de 2017 no projeto TAMAR e fez um depoimento cheio de agradecimentos:

"Gostaria de agradecer profundamente pela oportunidade, também o espaço de poder mostrar um pouco de como foi essa incrível experiência proporcionada pela Instituição e com certeza pela garra e dedicação do nosso departamento.

Sem dúvidas, jamais teria conhecido a ilha em outro momento tão cedo quanto aquele, dado o custo de um passeio, imagina ficar alguns meses vivendo Noronha?

 O conhecimento que pude adquirir foi imenso, de uma amplitude inexplicável, pois todas as matérias do curso foram trabalhadas de alguma maneira, bem como a convivência com os nativos foi também de grande valia para que pudesse aprender cada vez mais sobre a ilha, seus projetos e viver essa experiência da melhor maneira possível.

 Até mesmo as dificuldades de alguma maneira mudaram meu ser, visto que nunca havia mudado tanto meu estilo de vida apesar de amar uma economia de recursos e financeira, porém lá sim tive essa chance de entender o que é realmente necessário para sobreviver, e o melhor, o que vale mesmo a pena na vida, trabalhar para viver ou viver para trabalhar?

 Obviamente não estou mais lá e também muitas coisas em minha vida mudaram desde então, contudo o que vale destacar é que essa experiência é única, te muda, transforma e faz você valorizar todos os pontos da sua vida: sua família, sua postura com os recursos naturais, seu dinheiro, seus amigos, seu conhecimento e até mesmo reavaliar seu jeito de ser, de agir, de pensar, de viver.

 Trabalhar com as tartarugas sem dúvidas é de um prazer inexplicável, pois diferentes dos humanos, elas não reclamam o tempo inteiro, não poluem, não fazem mal a ninguém nem ao seu habitat, e são perfeitas, com características únicas e uma perspicácia de se surpreender. Suas peculiaridades são o que as moldam e fazem com que possamos identificá-las e amá-las como são.

 No projeto também tive o privilégio de conhecer pessoas incríveis, com quem ainda mantenho contato e apreço, e outras que carregarei comigo para sempre.

 Obrigada mais uma vez pela chance, pelo espaço e pelo trabalho que é feito pelo Departamento de Turismo e a dedicação dos professores, sabia que não era fácil, mas só quando lecionei pude perceber o quão trabalhoso é ser um grande profissional e ainda mais ser um excelente professor... E com certeza eu tive a chance de ter os melhores".

Os professores e o LabTan agradecem a Leticia pelas palavras...

E pedimos para ela contar algum perrengue ou curiosidade:

"Perrengues foram muitos, pois tinha pouco dinheiro disponível, então me virei muito da forma que deu...Fiz algumas amizades-chave, as quais me propiciaram qualidade de vida na ilha, como ótimas refeições (a base de pesca) ou escambo, onde cultivava alguns tipos de frutas e vegetais e trocava por outras no Porto, ótimos lugares de lazer bem como pontos estratégicos os quais nem pensava saber ou conhecer.

E graças a uma dessas amizades pude estender minha viagem pelo Nordeste e quase acabei indo para outro projeto na África, na ilha de São Tomé e Príncipe. Amizade que mantenho até hoje.

Ah, me lembrei que uns dias depois a essa foto na Baía dos Porcos quase morri lá...Mas graças a Deus sobrevivi para contar a história...":


E tem foto da Leticia também com tubarão no Sueste:





segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

16⁰ Entbl Encontro Nacional de Turismo com Base Local – submissões abertas

 Atualizando: de 01 abril a 15 de julho de 2021 submissões de trabalhos.


De 14 de dezembro a 30 de maio de 2021 estão abertas as submissões de  trabalhos (resumos expandidos) para o 16 Entbl - Encontro Nacional de Turismo com Base Local. As melhores pesquisas serão publicadas na Revista Turismo Contemporâneo (RTC).

O evento está previsto para acontecer em Natal de 06 a 09 de outubro de 2021 com a temática central "novos desafios e propostas para o turismo no Brasil e na América Latina".

O Entbl é um evento tradicional  que ocorre desde 1997 e marca a relação das áreas do conhecimento da Geografia com o Turismo no Brasil e na América Latina. 

Saiba mais no: http://entbl.cca.ufrn.br/



Normas de submissão: https://entbl.ccsa.ufrn.br/assets/ng2/download/normas_de_trabalho.pdf



Retrospectiva UEPG em Noronha – Ricardo Javier Hurtado Alvarez -2016

 


Confira o relato do Ricardo que esteve em Noronha de setembro a novembro de 2016:

 

“Como profissional em turismo, foi muito legal ver a diferença entre as duas unidades de conservação, já que uma delas é o Parque Nacional Marinho onde é permitido somente pesquisa e ecoturismo, e a outra é uma Área de Proteção Ambiental (APA), onde você encontra toda a infraestrutura (Hotéis, aeroporto, BR, restaurantes, projetos de conservação, etc). Cada área tem as suas regras de uso público.

Também, foi muito interessante ver como operam os passeios, já que determinados locais têm a sua capacidade de carga diária, alguns são autoguiados enquanto em outros é obrigatório contratar um guia. Cada lugar tem a sua regra, conforme o estudo previamente feito pelos gestores das UCs. Por exemplo, em algumas praias, só pode entrar na água usando colete salva vidas para evitar que os turistas pisem nos corais e causem impacto ambiental.

Gostei muito de ver como os diferentes projetos de conservação atuam no desenvolvimento de atividades de educação ambiental e pesquisa. Seja com corais, tartarugas, golfinhos rotadores, tubarões, aves marinhas, e até espécies invasoras.

Toda semana chegavam diferentes pesquisadores no alojamento do ICMBio, a maioria da área da biologia, para fazer determinada pesquisa no Arquipélago. Fiz amizades com as quais converso até hoje.

O que mais gostei foi da beleza natural local, poder mergulhar nas águas cristalinas, olhar a diversidade marinha do parque nacional, onde você encontra diversas espécies de peixes, tartarugas, tubarões, raias, golfinhos, corais, etc.




Para o profissional em turismo recém formado, é muito importante saber a diferença entre o trabalho e a diversão, já que você está o tempo inteiro em um ambiente que outras pessoas consideram como de lazer, mas você está trabalhando!

Sempre há tempo para curtir a ilha, mas só depois das horas de trabalho. Atualmente estou trabalhando em outro projeto de pesquisa em Parques Nacionais nos Estados Unidos, ajudando a coletar dados de uso público em diferentes sítios dentro do parque. O Serviço Florestal (Forest Service), que seria o equivalente ao ICMBio no Brasil, faz o levantamento desta pesquisa para saber quantos visitantes visitam as diferentes áreas do parque, e qual é a sua opinião sobre determinadas aéreas.




Além de coletar dados demográficos, econômicos e de satisfação. Está sendo uma experiência muito diferente à de Fernando de Noronha, não somente por ser outro país e outra língua, mas também porque estou sozinho em uma cidade muito isolada. Vou diariamente a diferentes sítios onde a pesquisa é feita. Aqui a responsabilidade é redobrada, já que os meus superiores moram em outro estado. Portanto confiam no trabalho que estou realizando aqui, e para mim isso é muito importante. Algo que aprendi a agradecer somente hoje, foram todas as aulas de inglês que fiz na minha infância. Até os meus 29 anos de idade, quase nunca tinha utilizado esse conhecimento, e não é que eu tenha um inglês 100% fluente, mas acredito que tenho uma base sólida e a vontade de melhorar e aprender mais.”

E agora...ache o Ricardo na foto em Floresta nos EUA rsrs:




domingo, 13 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha – Fernanda Haura – 2016

 




Foi entre junho a setembro de 2016 que a turismóloga e mestre em Turismo Fernanda Haura esteve em Fernando de Noronha.

Por gostar demais da fauna, para ela o que foi mais incrível no estágio foi poder trabalhar com as Tartarugas Marinhas, assim, esse aprendizado foi o número 1, dentre tantos. Confira a lista dos 10 +:

1. Trabalhar com as Tartarugas Marinhas.

2. Conhecer novas pessoas.

3. Ter feito muitas amizades.

4. Estar próxima de um mar cheio de vida e boas energias.

5. Conhecer um lugar novo que é lindo e maravilhoso se sentindo em casa mesmo.

6. Conhecer os animais marinhos de perto (golfinho, tubarões, raias, etc.).

7. Levantar mais cedo nas folgas para fazer trilhas, não importava onde fosse.

8. Conhecer cada canto da ilha fazendo as trilhas que levam à lugares paradisíacos.

9. Os colegas de estágio que no fim acabaram se tornando família.

10. Experiência incrível que jamais será esquecida.




Mas ela passou uns medos, viu? E não foram dos tubarões no Sueste, mas sim das mabuyas encontradas dentro do travesseiro rsrs

Você conhece a mabuya? É um gênero de lagarto de cauda longa, parece uma lagartixa, é uma espécie exótica que foi introduzida na Ilha há muito tempo:


                                          (https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Mabuya_gravenhorstii_-_Flickr_-_gailhampshire.jpg)


sábado, 12 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha - Solange Burgardt - 2015

 


A bióloga e mestre em Geografia Solange Burgardt realizou seu estágio entre maio a agosto de 2015.

Ela acredita que foi um intenso aprendizado, tanto profissionalmente como pessoalmente. Poder passar 3 meses em contato com o trabalho do Projeto TAMAR e ainda em Fernando de Noronha, foi a realização de um sonho. Além de ter conhecido pessoas de diversas partes do Brasil, o que foi culturalmente enriquecedor.

Solange gostou de tudo e considerou qualquer perrengue que passou pequeno, até mesmo quando o chinelo arrebentou em um monitoramento de praia para verificação dos ninhos das tartarugas onde ela teve que fazer todo o trajeto descalça rsrs

Das atividades radicais, destacou o rapel no Piquinho, para ela foi difícil, mas vista recompensou demais.



E Solange teve uma grande sorte! Pode ver o nascimento de tartaruga albina na temporada de 2015.



A tartaruguinha-verde (Chelonia mydas) foi encaminhada a outra base do projeto para ser cuidada especialmente. Suas condições de sobrevivência no ambiente natural eram poucas, já que a falta do padrão cromático impede que se esconda de predadores reduzindo as chances de sobrevivência. Apesar de branquinha, não pode ser considerada 100% albina porque não possui os olhos vermelhos, é uma condição super rara (informações técnicas do Projeto TAMAR).


sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha – Andressa Teles – 2015


 

Entre junho a outubro de 2015, a turismóloga Andressa Teles esteve em Fernando de Noronha e traz aqui as suas impressões:

“Hoje vim falar um pouco sobre minha experiência no voluntariado realizado na base do projeto Tamar em Fernando de Noronha, com certeza umas das mais marcantes para mim dentro do curso de turismo da UEPG. O turismo em áreas naturais sempre foi uma das minhas áreas de pesquisa e ter sido selecionada para essa vaga foi muito significativo tanto para área profissional como pessoal. Com o voluntariado tive a oportunidade de atuar no centro de visitantes do projeto e desenvolver atividades de educação e interpretação ambiental tanto com os visitantes como com os moradores, conseguindo colocar em prática grande parte do meu aprendizado. A vivência na ilha por si só foi um grande presente, conhecendo pessoas de diferentes lugares e tendo a oportunidade de realizar muitos passeios e atividades em um dos destinos mais importantes do país. Sem dúvidas foi uma experiência única!”


E Noronha não tem apenas tartarugas, a fauna marinha é abundante e outra espécie importante é o golfinho rotador, que inclusive é tema de um projeto para sua proteção. A Andressa encaminhou uma foto pra gente:


 O Projeto Golfinho Rotador existe desde 1990 com a missão de "Desenvolver ações de pesquisa, educação ambiental, envolvimento comunitário e sustentabilidade em prol da conservação dos golfinhos-rotadores, da biodiversidade marinha e de Fernando de Noronha" (golfinhorotador.org.br).

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha – Nicolle Andri Pagliari – 2014





Nicolle com a palavra:

“Acredito que não exista uma pessoa que viva a experiência de estagiar no projeto TAMAR em Fernando de Noronha, que não volte diferente! Mais evoluído tanto pessoalmente, quanto profissionalmente.

Em 2014 tive a oportunidade de fazer parte desse projeto incrível! Foram três meses muito especiais! Além disso, a vivência na ‘Ilha Mágica’ marcou a minha vida de diversas formas, fiz amizades que mantenho contato até hoje, aprendi muito.

Se eu viveria novamente essa experiência? Seria uma honra! Não pensaria duas vezes! Lá, a minha visão sobre a importância da conservação do meio ambiente, além da importância da sensibilização de todas as pessoas que visitavam o local, amadureceu bastante.

Conheci pessoas do mundo todo, troquei experiências com meus colegas biólogos, geógrafos, profissionais de diversas áreas! Outros turismólogos como eu... E foi incrível! Sentir que nosso trabalho está contribuindo para o planeta, da maneira que for, é uma gratificação sem tamanho. Desde conseguir mudar a visão de uma pessoa sobre a importância de preservar nosso meio, sensibilizar, até as atividades de captura intencional das tartarugas marinhas, é o que dá sentido a tudo!

Antes de entrar nessa experiência incrível, temos ansiedade e um pouco de medo do que está por vir! Afinal, mudar-se para uma ilha por três meses, sabendo que estaremos dividindo alojamento com pessoas bem diferentes de nós, em um destino desconhecido (embora maravilhoso), gera um certo tipo de receio! Mas no primeiro dia de ilha, todo esse sentimento vai embora.

Se eu pudesse passar uma mensagem para os acadêmicos que estão cursando Turismo hoje, seria para não deixarem essa oportunidade passar! Vivenciem tudo o que a Ilha irá ensinar, aproveitem cada minuto!”





 


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Retrospectiva UEPG em Noronha - Tatiane Ferreira do Vale - 2013 e 2016

 


A Tati é turismóloga e mestre em Geografia com as duas formações na UEPG, confira este depoimento cheio de emoção:

Falar sobre os estágios no TAMAR sempre mexe com um milhão de sentimentos. Minha primeira experiência foi em 2013, quando desembarquei naquela ilha mágica no meio do atlântico. Era uma mistura de felicidade e insegurança, muita insegurança, mas fui tão bem recebida e acolhida que em questão de dias já estava me sentindo em casa. Participei do Programa de Educação Ambiental realizando atividades no Centro de Visitantes. Eu amava aquele espaço e interação com os turistas.

Na segunda vez que retornei à ilha foi com o intuito de realizar minha pesquisa de mestrado, e novamente tive a oportunidade de estagiar no TAMAR. Viver um sonho duas vezes é inexplicável. As capturas científicas eram um momento singular e ver o encantamento nos olhos dos visitantes é uma sensação tão indiscernível que nos faz acreditar que vale a pena continuar insistindo, sensibilizando uma pessoa por vez.

O TAMAR representou a concretização do sonho de trabalhar em prol da conservação, e sempre me trouxe oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, mas sem dúvidas, o que carrego de mais importante são as amizades e o sentimento de ter contribuído um pouquinho com a conservação das tartarugas marinhas. Para mim não há maior felicidade do que isso... não há nada melhor do que carregar 180 dias de experiências lindas em Noronha!